sexta-feira, 28 de maio de 2010

Tribos - Os emos



     A nossa escola é formada por vários tipos de gente, desde NERDS até  EMOS. Nesta série iremos explorar mais esses grupos. Hoje falaremos sobre os EMOS, que estão tomando conta da escola. Em primeiro lugar, quero avisar que sou imparcial, e não estou sendo preconceituoso. (as informações aqui contidas, são gerais, e não exclusivamente do SESI 345).

“Emo ou Emocore (abreviação do inglês emotional hardcore) é um gênero de música derivado do hardcore punkWikipédia sobre emo.

“Você quis dizer: Você”. Google sobre emo.

“Manda matá tudo!!”!  Zina sobre Emo

“Emo é um tipo de doença sem cura.Dr. House sobre emo

     Parecer que ser emo está virando moda pelas ruas. Em quase todos os lugares que você for, você dá de cara com alguém com uma franja sobre o olho, ou coisas do tipo. Agora, se todo mundo te chama de emo, mas você diz que não é, faça o teste clicando aqui. Existem várias bandas no cenário brasileiro que contextualizam esse tipo de estilo, como cine, paramore, tokio hotel, restart, simple plan,  e etc.



     Ser, parecer, ou se vestir como um emo, tem se tornado motivo de deboche na internet, principalmente em redes sociais como o orkut e o twitter, a palavra emo virou quase que um xingamento para os que não gostam do estilo. O estilo emo se propagou pelo Brasil em 2003, sendo aderido em quase todo o país. Muitos jovens se identificam com a ideologia emo, outros apenas curtem a forma deles se vestirem. Assim como qualquer outro grupo social, os emos também são alvo de muito preconceito, principalmente pela parte conservadora da sociedade. 

Para uma pessoa mais velha ver um rapaz com cabelos mais longos, com a franja caída no rosto, um lápis preto nos olhos e unhas pintadas de preto é algo muito estranho e, na maioria das vezes por não conhecer é que nasce o preconceito. Pois a sociedade sempre impôs parâmetros a serem seguidos por todos, se alguém foge a regra, é considerada uma pessoa anormal, vista como o “mal” da sociedade. Mas, antes de tudo deve-se ter respeito pelo outro, cada um é livre para escolher ser e fazer o que achar melhor. Lembrando sempre que “Meus direitos começam onde terminam os seus...”. 

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